Como trabalhar com alunos com deficiência intelectual na escola

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Professora apoiando aluno com deficiência intelectual em atividade adaptada na escola

Para trabalhar com alunos com deficiência intelectual, o professor precisa transformar o objetivo da aula em uma experiência concreta, compreensível e possível de participar. Isso envolve conhecer o estudante, reduzir barreiras, usar instruções claras, oferecer apoios graduais e avaliar o progresso com evidências reais de aprendizagem, não apenas com provas iguais para todos.

A deficiência intelectual não define tudo o que o aluno pode aprender. Ela indica que o estudante pode precisar de mais mediação, mais tempo, mais repetição significativa, materiais mais concretos e formas alternativas de demonstrar o que sabe.

O que é deficiência intelectual?

Deficiência intelectual é uma condição do desenvolvimento marcada por limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, com impacto em habilidades conceituais, sociais e práticas. A AAIDD orienta que a avaliação considere funcionamento intelectual, comportamento adaptativo e início no período do desenvolvimento, sempre com julgamento clínico e contexto.

Na escola, isso significa que o aluno pode ter dificuldade para abstrair, generalizar, planejar, compreender instruções longas, resolver problemas novos ou transferir uma aprendizagem para outra situação. Mas essas dificuldades não autorizam baixa expectativa: autorizam ensino mais explícito, acessível e planejado.

Use três perguntas antes de decidir qualquer adaptação:

  1. Qual habilidade eu quero ensinar?
  2. Qual barreira está impedindo esse aluno de participar?
  3. Que apoio posso oferecer agora e retirar gradualmente depois?

Por que esse tema é urgente na escola?

A educação especial está cada vez mais presente nas classes comuns. Segundo o Inep, as matrículas da educação especial na educação básica passaram de 1,8 milhão para 2,1 milhões entre 2023 e 2024, crescimento de 17,2%; na faixa de 4 a 17 anos, o percentual de matrículas em classes comuns chegou a 95,7% em 2024.

Esse dado muda a pergunta da escola. A questão não é se a turma terá estudantes público-alvo da educação especial, mas como a equipe vai organizar currículo, AEE, avaliação, recursos e planejamento para que esses alunos aprendam junto com os demais.

A Lei Brasileira de Inclusão assegura sistema educacional inclusivo em todos os níveis. O Decreto nº 7.611/2011 define o atendimento educacional especializado como apoio complementar ou suplementar à escolarização, o que reforça uma ideia central: o aluno é da escola inteira, não apenas do professor do AEE.

Para aprofundar essa articulação, veja também o guia sobre atendimento educacional especializado e o texto sobre avaliação inclusiva.

Como planejar uma aula para alunos com deficiência intelectual?

Planeje a aula a partir do objetivo pedagógico, não a partir do rótulo diagnóstico. O diagnóstico ajuda a compreender necessidades de apoio, mas quem orienta a prática é a combinação entre objetivo, nível atual de desempenho, barreiras da tarefa e resposta do aluno à mediação.

1. Conheça o aluno antes de adaptar

Conhecer o aluno é levantar repertório, interesses, formas de comunicação, habilidades já consolidadas, dificuldades reais e apoios que funcionam. Uma adaptação feita sem esse diagnóstico pedagógico costuma virar simplificação aleatória.

Observe:

  • o que prende a atenção do aluno;
  • quais instruções ele compreende sem ajuda;
  • quais materiais ele manipula com autonomia;
  • como ele pede ajuda, recusa, escolhe ou responde;
  • que tipo de apoio melhora seu desempenho;
  • quais situações aumentam frustração, fuga ou passividade.

Essa etapa também evita infantilização. Um estudante com deficiência intelectual pode precisar de material mais concreto sem precisar de linguagem infantilizada.

2. Defina uma habilidade central

Uma boa adaptação começa escolhendo uma habilidade prioritária. Se a atividade exige leitura, cópia, memória, coordenação motora fina, raciocínio matemático e produção escrita ao mesmo tempo, talvez o aluno falhe por excesso de demandas, não por incapacidade de aprender o conteúdo.

Exemplo: se a meta é compreender quantidade, a resposta pode ser feita com tampinhas, cartões ou apontamento, sem exigir escrita completa dos números no primeiro momento. Se a meta é produzir uma frase, talvez o aluno possa escolher figuras, ordenar palavras e depois copiar apenas a versão final.

3. Use significado, emoção e contexto

Alunos com deficiência intelectual tendem a aprender melhor quando a tarefa tem sentido concreto. Em vez de trabalhar sílabas soltas, números sem contexto ou figuras aleatórias, conecte a atividade a pessoas, objetos, músicas, lugares e temas que fazem parte da vida do aluno.

Se o aluno gosta de pracinha, por exemplo, esse contexto pode servir para contar brinquedos, nomear cores, ler placas, montar uma lista, comparar tamanhos ou narrar uma sequência. O objetivo escolar continua existindo; o contexto apenas reduz a distância entre o conteúdo e a experiência do estudante.

4. Planeje o apoio e a retirada do apoio

Apoiar não é fazer pelo aluno. Apoiar é oferecer pista visual, modelo, pergunta, gesto, material concreto, organização da tarefa ou ajuda física mínima para que o estudante consiga avançar.

Planeje uma escada de ajuda:

  1. instrução curta;
  2. exemplo pronto;
  3. escolha entre duas opções;
  4. pista visual ou gestual;
  5. início da resposta;
  6. ajuda física parcial, quando necessária e consentida;
  7. retirada gradual assim que o aluno demonstrar controle.

Esse cuidado impede que a adaptação crie dependência. O objetivo é ampliar participação e autonomia.

Como se comunicar com alunos com deficiência intelectual?

Comunique-se com frases curtas, vocabulário claro, exemplos concretos e confirmação de compreensão. A dificuldade muitas vezes não está no conteúdo em si, mas na quantidade de linguagem abstrata usada para explicar o conteúdo.

Boas práticas de comunicação:

  • fale com respeito, sem infantilizar;
  • dê uma instrução por vez;
  • mostre o que deve ser feito antes de pedir;
  • use imagens, objetos, gestos e demonstração;
  • peça que o aluno mostre, aponte, escolha ou repita com as próprias palavras;
  • reformule a instrução quando não houver resposta;
  • dê tempo real de processamento antes de repetir tudo.

O Desenho Universal para a Aprendizagem, sistematizado pelo CAST nas UDL Guidelines 3.0, ajuda a planejar múltiplas formas de engajamento, representação e ação. Em termos práticos: ofereça mais de um caminho para acessar a informação e mais de uma forma de responder.

Exemplo com redução de abstração

Imagine uma atividade com o poema “Leilão de Jardim”, de Cecília Meireles. Palavras como caracol, cigarra, formigueiro e lavadeira podem ser abstratas para uma criança que nunca viu esses elementos.

Antes de pedir desenho, releitura ou produção escrita, mostre fotos, vídeos curtos, miniaturas, sons e objetos relacionados. Depois organize a atividade em etapas: ouvir, reconhecer imagens, ordenar cartões, escolher uma palavra, montar uma frase e só então registrar.

Níveis de abstração para alunos com deficiência intelectual

Como adaptar atividades para deficiência intelectual?

Adapte atividades preservando o objetivo pedagógico e reduzindo barreiras que não são o foco da aula. Uma atividade adaptada é boa quando permite participação real, mantém desafio possível e gera evidência de aprendizagem.

Use este checklist do Instituto Itard antes de aplicar a tarefa:

CritérioPergunta prática
ObjetivoO que exatamente o aluno precisa aprender hoje?
BarreiraO que impede a participação: leitura, escrita, memória, abstração, tempo, motricidade ou comportamento?
ApoioQue pista, modelo, material ou mediação será oferecida?
ParticipaçãoComo o aluno participará da mesma proposta da turma?
RespostaComo ele poderá mostrar o que aprendeu?
RetiradaQuando e como o apoio será reduzido?
RegistroQue evidência vai orientar a próxima aula?

Se a tarefa estiver muito difícil, reduza quantidade, divida etapas, use modelo, destaque informações essenciais ou troque a forma de resposta. Se estiver fácil demais, aumente escolha, generalização, justificativa ou autonomia.

Para exemplos específicos, leia também atividades para alunos com deficiência intelectual e como adaptar atividades para atraso cognitivo.

Quais atividades funcionam melhor?

Funcionam melhor as atividades com objetivo claro, material concreto, regra simples, feedback rápido e ligação com situações reais. A lista abaixo preserva exemplos práticos do artigo original, mas agora organizada pelo tipo de habilidade trabalhada.

Atividades para corpo, regra e participação

Vôlei sentado, jogo de passes, circuitos simples e brincadeiras cooperativas ajudam a trabalhar atenção, regra, espera, coordenação, interação e participação com a turma. A adaptação pode envolver bola maior, distância menor, dupla de apoio, demonstração visual e repetição da regra antes de cada rodada.

Vôlei sentado para alunos com deficiência intelectual

Jogo de passes para alunos com deficiência intelectual

Atividades para matemática e raciocínio

Blocos lógicos, montagem de figuras, pareamento, classificação por cor, contagem com tampinhas e quebra-cabeças adaptados ajudam o aluno a perceber padrões, quantidades, formas e relações. Comece com poucas opções e aumente a complexidade quando houver acerto com menos ajuda.

Formas geométricas para alunos com deficiência intelectual

Trabalhar quantidade com alunos com deficiência intelectual

Atividades para alfabetização e linguagem

Escrever o próprio nome com pregadores, ordenar versos de uma música em palitos, montar palavras com letras móveis e criar um livro sobre a vida do aluno tornam leitura e escrita mais significativas. A chave é trabalhar com nomes, músicas, fotos e temas que tenham valor para o estudante.

Escrever o nome para alunos com deficiência intelectual

Trabalhar texto com alunos com deficiência intelectual

Atividades para motricidade fina e autonomia

Passar cordão por canudos, usar réguas de motricidade, rosquear tampas, encaixar peças, recortar com apoio e construir brinquedos com material reciclável desenvolvem coordenação, planejamento motor, persistência e independência. Evite transformar essas atividades em treino isolado: conecte-as a uma produção real da turma.

Motricidade fina para alunos com deficiência intelectual

Motricidade fina com alunos com deficiência intelectual

Atividades com interesse do aluno

O interesse do aluno pode ser usado como porta de entrada para o conteúdo. Robôs, músicas, animais, futebol, culinária, personagens, ônibus ou rotina da escola podem virar contexto para leitura, contagem, sequência, comparação, desenho, pesquisa e produção oral.

Artesanato para alunos com deficiência intelectual

Como avaliar alunos com deficiência intelectual?

Avalie o avanço em relação ao objetivo combinado, ao nível de apoio necessário e à capacidade de usar a aprendizagem em situações diferentes. Uma avaliação inclusiva não significa aprovar sem critério; significa coletar evidências justas do que foi ensinado e do que o aluno consegue demonstrar.

Registre:

  • o que o aluno faz sozinho;
  • o que faz com pista verbal;
  • o que faz com modelo visual;
  • o que faz com ajuda física parcial;
  • quanto tempo mantém atenção;
  • se generaliza a habilidade em outro material;
  • qual foi a próxima barreira observada.

Esse registro conversa diretamente com o AEE, com a família e com o planejamento da sala comum. Também evita a frase “ele não aprende” quando, na verdade, o aluno aprendeu uma etapa menor que ainda não apareceu na prova tradicional.

O que fazer quando a aula não dá certo?

Quando a aula não dá certo, investigue a barreira antes de culpar o aluno. Cansaço, dor, sono, excesso de estímulo, instrução longa, material abstrato, tarefa extensa, medo de errar, pouco vínculo ou apoio inadequado podem derrubar uma proposta boa.

Use esta revisão rápida:

  1. O objetivo estava claro para mim e para o aluno?
  2. A instrução foi curta o suficiente?
  3. O aluno tinha repertório prévio para começar?
  4. O material era concreto ou abstrato demais?
  5. A ajuda veio cedo demais, tarde demais ou em excesso?
  6. Houve tempo para responder?
  7. O registro da tentativa me mostra o próximo passo?

Errar uma adaptação não é fracasso profissional. É dado pedagógico. O problema é repetir a mesma estratégia sem observar por que ela não funcionou.

Perguntas frequentes

Como trabalhar com alunos com deficiência intelectual?
Comece conhecendo o aluno, defina um objetivo pedagógico possível, use instruções curtas, exemplos concretos, apoios graduais e avaliação contínua. O trabalho deve preservar altas expectativas, mas ajustar barreiras de linguagem, tempo, material e participação.
O aluno com deficiência intelectual precisa de atividade diferente?
Nem sempre. Muitas vezes ele pode participar da mesma proposta da turma com adaptação de objetivo, apoio visual, menor carga de leitura, mais tempo ou forma alternativa de resposta.
Como adaptar uma atividade para deficiência intelectual?
Escolha uma habilidade central, retire exigências que não sejam o foco, dê modelos, use materiais concretos e planeje a retirada gradual da ajuda. A adaptação deve manter sentido pedagógico, não virar passatempo.
Qual é o papel do AEE para alunos com deficiência intelectual?
O AEE identifica barreiras, organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade e complementa a escolarização. Ele não substitui a aula comum nem deve ser tratado como reforço escolar.
Como avaliar alunos com deficiência intelectual?
Avalie progresso, participação, autonomia, uso de estratégias e domínio do objetivo combinado. Use registros, rubricas simples, observação e evidências de aprendizagem em diferentes formas de resposta.
Quais atividades ajudam alunos com deficiência intelectual?
Atividades concretas, jogos com regra clara, leitura com apoio visual, tarefas por etapas, classificação, pareamento, resolução de problemas cotidianos e projetos ligados aos interesses do aluno costumam ajudar.

Fontes consultadas

  1. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146/2015

    fonte primária planalto.gov.br · publicado em 6 de julho de 2015 · acesso em 27 de junho de 2026

  2. Decreto nº 7.611/2011 - Educação especial e atendimento educacional especializado

    fonte primária planalto.gov.br · publicado em 17 de novembro de 2011 · acesso em 27 de junho de 2026

  3. Inep - Censo Escolar 2024: matrículas da educação especial

    dado oficial gov.br · publicado em 23 de abril de 2025 · acesso em 27 de junho de 2026

  4. AAIDD - FAQs on Intellectual Disability

    organização técnica aaidd.org · publicado em 1 de janeiro de 2021 · acesso em 27 de junho de 2026

  5. CAST - Universal Design for Learning Guidelines 3.0

    organização técnica udlguidelines.cast.org · publicado em 30 de julho de 2024 · acesso em 27 de junho de 2026

  6. HUNTER, Madeline. Teoria da Retenção para Professores. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 1989.

    referência acadêmica

  7. HUNTER, Madeline. Teoria do Reforço para Professores. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 1989.

    referência acadêmica

  8. MANZINI, Eduardo. Jogos e Recursos para Comunicação e Ensino na Educação Especial. Marília: ABPEE, 2010.

    referência acadêmica

Retrato de Leandro Rodrigues sorrindo, de óculos e blazer.

Escrito por

Leandro Rodrigues

Fundador do Instituto Itard e criador do Modelo AEIOU. Há mais de 20 anos adapta atividades e ensina professores a fazer o mesmo — mais de 10 mil profissionais formados, em 6 países. Conheça a história.

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Comentários (113)

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  1. Juliana
    Gostei muito das dicas e , amei as atividades!
    • Leandro Rodrigues
      Juliana, fico muito feliz com seu comentário. Obrigado! Logo teremos novidades!
    • Cleusa
      Excelente as atividades! Vão me ajudar muito no dia a dia
    • lourisvaldagomes10
      Amei todo o conteúdo, maravilhoso obrigada Leandro!
    • Fabiane
      Olá Leandro… Gostaria de ver mais atividades. Trabalho com sala de recursos. Obrigada.
    • Patricia Ferreira da Silva
      Muito obrigada pela ajuda,ajudou muito!
    • Gizele
      Parabéns pelo seu trabalho e por ajudar através do seu conhecimento,eu acredito no potencial de cada um e fiquei feliz em ver que estou no caminho certo,pois eles precisam de incentivo ,aceitação e precisam q acreditem na sua capacidade e desenvolvimento,seja ele pouco ou muito.Quero deixar aqui minha admiração e agradecimento por toda dica e por levar sua experiência p aqls q estão começando e precisam de apoio e conhecimento para a realização de um trabalho satisfatório.
    • Simone
      O seu texto foi de grande ajuda, estou iniciando em educação especial inclusiva, e me ajudou muito a trabalhar com meu aluno com deficiência intelectual.
    • Néia Teles
      Amei as atividade! Com toda certeza nos auxilia muito. Muito obrigada e gratidão 🙏🙏
    • Rosivana
      Tenho um aluno TDHA mais DO e nao estou conseguindo me comunicar com ele pois como ele não fala normal nao sei bem como me comunicar pode me ajudar.
    • Juliana Rodrigues Monteiro
      Eu adorei as dicas .recém estou começando trabalhar na AEE
    • Clara Aparecida Boas de Aquino
      Faleu porém estou com dificuldade com materiais para adolescentes de 13 anos.
    • Lídia
      Obrigada, obrigada, obrigada!! Você é incrível, acho que você não tem ideia do quanto está ajudando mães, pais e principalmente os professores. É um grande desafio lidar com pessoas com algum tipo de deficiência, pessoas como você são essenciais para nos dar suporte e aprendermos a lidar com nossas crianças, jovens e adultos. Mais uma vez, obrigada!
    • Renata
      Olá Leandro parabéns! Adorei todo o texto e forma como apresenta ferramentas. Eu estou com uma grande dúvida sobre “padrões” que quando são quebrados geram desinteresse e caminho de fuga. Uma criança que tem fixação por moto ou trator por ex. Quando sai desse contexto parece ficar perdida o que vc indica? Pq pensamos em apresentar novos temas. Isso é ruim? Até que ponto usamos o fator de interesse e não usamos para estimular novos aprendizados?
    • Joana Aparecida Silva
      Simplesmente amei, será de muito ajuda para que eu possa estimular cada vez mais meu aluno. Obrigada
    • MERY LUIZA BARBOSA GOMES
      Muito maravilhoso , vai me ajudar muitíssimo, Obrigada.
  2. Denise França Antônio
    Nossa amei as atividades! Elas irão me ajudar e muito.
    • Leandro Rodrigues
      Olá Denise! Também amei seu comentário! Agradeço por fazer parte da nossa comunidade!
    • JOSILENE DE OLIVEIRA LIMA SANTANA
      Parabéns pelo belíssimo trabalho para crianças especiais, amei todas as dicas e atividades que possam ser trabalhadas com todos os tipos de crianças. Aprendi muito com seu trabalho. Sou estudante de pedagogia e Gostaria de receber mais dicas sobre como ensinar crianças especiais.
    • Juliana Rodrigues Monteiro
      Eu adorei as dicas .recém estou começando trabalhar na AEE
  3. Jose
    Atividades muito boas vou por em pratica
    • Leandro Rodrigues
      Obrigado Jose. Fico feliz com seu comentário. Logo teremos novidades!
  4. Érica
    Amei as atividades! elas irão me ajudar muito.
    • Leandro Rodrigues
      Que bom que gostou Érica! Logo teremos mais novidades sobre construção e adaptação de atividades inclusivas.
    • Esmêndia
      Excelente material! Muitas dicas boas. Obrigada por partilhar seu conhecimento.
  5. Marivânia Martins Mendes
    Boa noite! Estou muito satisfeita com a dimensão do apoio, pois tem me ajudado direcionar minhas formações e ampliar cada dia o conceito acerca dessa temática. Obrigada pela sua colaboração e está disposto continuar nos ajudando.
    • Leandro Rodrigues
      Olá Marivânia! Eu que agradeço seu comentário e sua atenção! É muito bom saber que estamos colaborando de alguma forma. Ah, por favor siga nossa conta no Instagram, temos conteúdos exclusivos lá também.
    • Maria Cleide Guedes
      gostei das atividades, vai me ajudar muito no meu trabalho.
  6. Iolita Constante
    Excelente!!! Vou confeccionar os materiais!
    • Leandro Rodrigues
      Olá Lolita! Que bom que gostou. Logo teremos mais novidades! Siga nossa conta no Instagram.
  7. Silvia
    Adorei tudo. Parabéns pelas ideias, irei por em prática . Deus te abençoe Obrigada!
  8. luzineide
    amei, estou aprendendo muito com seus artigos. Parabéns irei por em pratica na minha escola, ja que aqui temos alunos com deficiência intelectual e autismo.
  9. lauane silva
    amei as dicas. Ira me ajudar bastante agora.
  10. Sandra Regina de Oliveira
    Bom dia, estou encantada com maneiras e matérias que posso trabalhar neste momento de Estágio em Neuropsicologia e principalmente com crianças especiais , vou fazer usu da melhor forma possível das orientações.
  11. Arnoldo
    Bom dia… gostei muito das dicas. Como estou há pouco tempo trabalhando com uma menina de 10 anos com deficiência intelecual ainda não consegui identificar muita coisa, mas percebi que tudo que coloco ela não quer fazer. Já perguntei o que gosta ou de que gosta, responde: – De nada! Muitas vezes não sei o que fazer.
  12. ANDRÉA QUEIROZ
    AMEI TODO O CONTEÚDO, VOU POR EM PRÁTICA TODAS ESSAS ATIVIDADES. PARABÉNS!!!!
  13. Aline
    Adorei! Mas e alunos da Educação Superior ou Técnica? Poderia me ajudar?
    • Equipe Itard
      Sim Aline! Me conta mais sobre seus alunos, [email protected]
  14. Fábio
    Boa tarde meu irmão de fé!!!!! Quero parabenizar por sua criatividade e pelo seu trabalho. Gostei da sua iniciativa de proporcionar aos outros o seu conhecimento e ideias com materiais com reciclagem. Que Deus possa te abençoar a cada dia mais e iluminar o seus ideais. Sucesso sempre.
  15. Sandra
    Parabéns pelo artigo, esclarecedor ,objetivo vou usar suas dicas com meu filho, obrigada pela ajuda.
  16. GLORIA PEREIRA DA COSTA
    PARABÉNS! GOSTEI MUITO, ABRIU MEUS HORIZONTE, FOI UMA LUZ NO FINAL DO TÚNEL. OBRIGADA.
  17. Marilucia
    Bom dia! Adorei as ideias, com certeza meus professores irão adorar. Todos nossos alunos são Especiais, com deficiências múltiplas e com grande comprometimento. tenho certeza que ira ajudar muito. Obrigada.
  18. RAIMUNDA DO LAGO LIMA
    AMEI AS ATIVIDADES
  19. Ianaele Almeida
    Sensacional, parabéns!! Muitas coisas irão me ajudar, inclusive essas fontes de pesquisa… Minha aluna está no Ensino Médio e estou num grande desafio na busca para ajudá-la a aprender de forma mais lúdica e dinâmica, que prenda a atenção dela..
  20. Ianaele Almeida
    Boa tarde. Sensacional, parabéns!! Sou assistente educacional (cuidadora). Muitas coisas irão me ajudar, inclusive essas fontes de pesquisa…Minha primeira experiência com alunos com deficiência. Minha aluna está no Ensino Médio e estou num grande desafio na busca para ajudá-la a aprender de forma mais lúdica e dinâmica, que prenda a atenção dela..
  21. Maria Eugenia Batista Souza
    Boa tarde . Conteúdos e atividades excelentes vai ajudar bastante .
  22. tormenapacheco
    Muito bom poder rever informações, ter acesso a conteúdos e atividades que favorecem nosso trabalho. Essa ajuda que nos oferece é muito importante, pois assim percebemos que não estamos sós e estamos fazendo o correto para nossos alunos. Obrigada!!!
  23. Alusca nunes
    Adorei, conteúdos excelente parabéns a toda equipe!!!
  24. Maria Eliane Moura
    Prof. Rodrigo, Como é bom saber que têm pessoas como vc que se preocupa com as crianças com necessidades especiais. Sou professora e tenho buscado recursos para ajudar alguns alunos que precisam aprender de um jeito diferente. Tem um aluno que se chama Cauã. Ele está no 8° ano e não aprendeu a ler e a escrever… Quero tanto ajudá-lo, por isso cheguei até seu site. Obg pelas dicas e atividades. Preciso aprender mais, porém estou sem recursos financeiros para estudar… Vou aprendendo assim, com as informações que encontro pela internet. Obg Deus abençoe seu trabalho. Um abraço.
  25. Hudas
    Que conteúdo excelente. Vai ser uma ajuda nos planejamentos com professores da sala regular. Dicas que me proporciona imensa gratidão. Obrigada.
  26. Geidilane
    Muito enriquecedor esse post. Ameiii
  27. Vanda
    Amei ,parabéns que Deus continue te abençoando!!!
  28. CLEONICE
    Muito obrigada vai ser muito útil p mim.adorei
    • MÁRCIA Helena
      As atividades são bem criativa ajuda no desenvolvimento da memória e percepção motor dos alunos.
    • Gilmara
      Parabéns! O seu trabalho vai me ajudar muito!!!
  29. Lívia
    Maravilhoso esse artigo! De fácil compreensão e com sugestões encantadoras. Irá ajudar muito na escola onde trabalho.
  30. renimarta
    Suas dicas e sugestões de atividades contribuem bastante para o aprendizado de alunos com deficiência intelectual , dentre outras. Fico agradecida com sua contribuição!!!
  31. Zilani
    Muito bom . Colocarei em prática. Obrigado.
  32. SILVANIA APARECIDA
    Ótimo material com linguagem simples e esclarecedoras. Amei
  33. Cleri
    Muito bom os conteúdos e adorei tudo que aprendi com você…obrigado
  34. nivaldina
    Muito bom seu material dicas maravilhas que mudou meu conceito de ensinar vou colocar em praticas todos esse procedimentos… estou muito ansiosa para ver o próximo.. muito obg
  35. alessandracajueiro
    Olá Leandro. Sou fonoaudióloga e trabalho em escola especial. Adorei o texto e achei todas as suas dicas muito pertinentes! Parabéns 🙂
  36. Isabete Pellizzari
    Amei! super significativo! vai me ajudar muito! Parabéns Leandro
  37. Natalina Maria
    Boa noite , Leandro. Amei as atividades, despertou várias criatividades . Se possível gostaria de saber mais atividades para desenvolver com meus alunos que são Def. Intelectuais, autistas e S . Dwon. Serão aulas a distância, estamos vivendo tempo de pandemia, isolamento social. Peço ajuda. Obrigada.
  38. Marcos Luiz Santos
    Bom dia Leandro, eu estou adorando os seus posts, realmente são muito esclarecedores e nos ajudam muito na nossa prática pedagógica. Muito grato por tudo!
  39. Cris
    Acho que aprendi mais lendo este post do que fazendo minha especialização. Muito obrigada!
    • Walkiria Messias da Silva Reis
      Gostei muito do conteúdo apresentado, com certeza acrescentará na minha prática educacional, sanando dificuldades frente ao aluno com dificuldades de aprendizagem. Agradecida!
  40. LUCIMERY QUEIROZ DA SILVA
    Olá Leandro boa noite, adorei toda dedicação que teve , aprendi muito , estou trabalhando com crianças especias e você tem me ajudado muitos nos últimos meses …. gostaria muita de ter dicas para alunos autista em tempos de pandemia …. ta bem difícil trabalhar a distancia . obrigada desde já . Lucimery Q
  41. Letícia Firmino de Lemos
    Bom dia. Gostei muito das dicas e das sugestões de atividades, porém quero fazer uma ressalva. Sempre que procuro ideias e sugestões de atividades, até mesmo de orientações para trabalhar com o aluno com deficiência intelectual, só aparecem matérias relacionadas à crianças, isto é, na faixa etária até 10 anos de idade. E quando se trata de adolescentes? Mais ainda: alunos com DI que chegaram ao Ensino Médio (que é o meu caso)? Não acho nenhum exemplo, sugestão ou ideia de como adaptar uma atividade do currículo do EM para esses alunos. Poderia me ajudar nesse sentido? Agradeço.
    • Leandro Rodrigues
      Olá Letícia, muito obrigado pela resposta! Realmente para o os anos finais do ensino fundamental e o ensino médio, o trabalho do AEE fica mais complicado, mas não precisa ser assim. Trabalhar em conjunto com o professor licenciado na disciplina que o aluno está cursando é a chave para encontrar maneiras de flexibilizar o conteúdo de acordo com as necessidades específicas do aluno. Já falei sobre isso em uma live e devo falar novamente, por isso quero te convidar para participar dos encontros da nossa comunidade. Tudo 100% online e gratuito. Basta fazer sua inscrição no link: http://familiaitard.com.br/lives-da-inclusao-instituto-itard/ Abraços!
  42. maria piedade correa amarantes
    Excelente conteúdo, ótimas dicas,aproveitarei muito.
  43. Marcia
    Oi, como faço para me inscrever nos cursos e quais os temas oferecidos? Obrigada!
    • Equipe Itard
      Olá Marcia! Te enviei um email com os detalhes.
  44. Socorro de Maria Santos Ribeiro
    Excelente o material , vou colocar em prática, obrigado
  45. Luciane Jeronimo de Oliveira
    olá, tenho um filho diagnosticado com DI, porém só conseguir este diagnostico quando ele já estava com doze nos de idade e junto veio o de paralisia cerebral leve. Foram anos de busca e muita agonia, eu dependia do sistema único de saúde que não ajuda muito, enfim em meio as minhas buscas fiz um curso on line de alfabetizacão, na busca de um método que me ajudasse a ensina ló, porém descobrir que gostava de pedagogia e me graduei com muitas dificuldades financeiras na intenção de ajudar meu filho e hoje sou pós graduada em psicopedagogia e tenho ajudado ele, porém enquanto não tinha diagnóstico eram atividades soltas e hoje busco aprender mais e mais sobre ID para auxilia ló. Preciso de atividades adaptadas para a idade dele e vim eu busca e gostei do material, porém preciso de mais informações a respeito de como ensinar para alunos da idade de treze anos, desde de já gratidão por seu trabalho.
  46. Francisca Jerônimo de Sousa
    Excelentes atividades! Obrigada,por compartilhar!
  47. Michelle
    Muito bom o conteúdo! Vocês estão no intagram?
  48. Simone Cristina
    Gostei muito do conteúdo apresentado, parabéns!
  49. Giovana
    Bom dia Leandro, gostei muito do material. Tenho um sobrinho com Digenesia do Corpo Caloso ele tem 9 anos, trabalho com ele com os fonemas, entendi que para trabalhar com ele seria a melhor forma. Ai ensinar as atividadea a ele falo em voz alta qual o movimento que a letra faz ….. Voce me sugeriria mais alguma técnica? Obrigada
  50. Maria Helena Nobre da Silva
    CONTEÚDO MARAVILHOSO . GOSTARIA DE ATIVIDADES ESPECÍFICAS PARA ALFABETIZAÇÃO.
  51. Nilton C. Azevedo
    Olha Leandro, seus posts são espetaculares… Gostei de mais…. Parabéns pela dedicação.👏👏👏📚
  52. ZILDA ZACARIAS
    Você é show Leandro. Me ensina bastante.
  53. Valderina
    Parabens,a educaçao precisa de pessoas como vc
  54. Elizete S. Leal Pereira
    Olá. Parabéns pelas dicas. Obrigada por compartilhar.
  55. Elizete S. Leal Pereira
    Olá. Parabéns pelas dicas.
  56. Jacineide Maria De M Dos Santos
    Muito bom
  57. Gabriela
    Muito interessante as atividades, bem boas para fazer com D.I mais preservados. Poderia compartilhar algumas ideias para casos moderados a graves
  58. Janetti Franco
    Adorei o conteúdo. Vou ler com mais calma e tentar adaptar material. Meus alunos são da faixa etária de adolescente (16 anos) a adultos (até 48 anos).
  59. Eveline
    Boa tarde gostei muito das dicas. Eu tenho um aluno sem laudo ainda mas demonstra sinais de deficiência intelectual, ele não consegue reter a informação, por exemplo, estou trabalhando as letras do alfabeto, fiz diversas atividades mas esquece logo depois quando retorno e pergunto que letrinha é essa, ele diz que não sabe. Mesmo com as explicações, demonstrações e afins Então queria encontrar um método que eu possa realizar com ele.
  60. Giseli
    Que Conteúdo maravilhoso! Vai me auxiliar muito. Obrigada!
  61. Jaciara Luz de Souza
    Parabéns, conteúdo completo, com vários direcionamentos, riquíssimo nos detalhes e muito bem explicado.
  62. Jaciara Luz de Souza
    Conteúdo completo, com vários direcionamentos, riquíssimo nos detalhes e muito bem explicado.
  63. Michelle
    Parabéns! Adorei as sugestões e possibilidades de trabalho!! Sou professora do AEE e estou buscando atividades que possam melhor despertar e desenvolver os alunos com necessidades especiais.
  64. Luciana Mesquita Mendes Lourenço
    Muito bom o conteúdo. Obrigada
  65. Roberta De Portela Ferreira
    O material é sensacional! Muito obrigada por compartilhar.
  66. Edneide
    Bom dia! Sou professora de Língua Portuguesa em uma Escola Municipal. Trabalho em uma turma do 9° ano e em duas turmas do Eja, EJA I e EJA II, as quais correspondem respectivamente ao 6° e 7° ano e ao 8° e 9° ano. No 9° ano tenho um aluno com Deficiência Intelectual que lê e escreve e consegue compreender bem o conteúdo trabalhado em sala de aula. No EJA I tenho 3 alunos com Deficiência Intelectual que apenas conseguem copiar o que é colocado na lousa mas se der um texto para leitura eles nao lêem nada, sao5alunos copistas e no EJA II tenho um aluno autista que escreve e lê, mas a leitura é feita com muita dificuldade. Essa é minha primeira experiência em sala de aula com alunos que tem deficiência e estudam em turmas regulares. Estou angustiada e minha angústia é referente as provas que a turma tem que realizar para aprovação. Preciso de sugestoes sobre como fazer essas provas com os 3 alunos copistas. Você pode me dar sugestões? Se puder fico imensamente grata. Att, Edneide Costa
  67. Raquel Araújo dos Santos
    Gostei das dicas. Ajudam bastante a compreender as dificuldades dos nossos alunos. Esperando por mais novidades!
    • Arva Francisco Siedade
      Obrigado gostei muito pelas voça ideias construtivas
  68. Rosangela Medeiros
    Apreciável o contexto,enriquecedor. Me ajudando muito na licenciatura em pedagogia em deficiência intelectual e inclusão. Obg
  69. Valéria de Souza Santos
    Olá, adorei as dicas excentricidade matéria. Queria sugestões de atividades para trabalhar com alunos com deficiência de aprendizagem usando à tecnologia. Desde já agradeço .
  70. Lucilene Pereira de
    Gostei muito das dicas, vai ajudar muito Obrigada
  71. NAIRIM
    GOSTARIA QUE POSTASSEM ATIVIDADES PARA ALUNOS ADOLESCENTESE DE 16 ANOS COM DEFICIENCIA INTELECTUAL E SEMIANALFABETO
  72. Marta
    Excelente material, amei, obrigada! Parabéns 👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏. Você foi uma luz no meu caminho.
  73. Sonia
    Obrigada pelos ensinamentos. Trabalho no Japão com jovens especias. Tentarei adaptar as brincadeiras e exercícios com eles. Gostei muito das informações. Muito obrigada.
  74. Hemirzaret Ribeiro Felix Hasegawa
    Sou mãe de uma criança que aos 6 anos teve diagnóstico de TGD e hoje tem laudo de DI leve. Graças a muito estimulo e grandes profissionais como você. Hoje sou pedagoga e atuo na Educação do Estado de São Paulo. Quero agradecer as dicas especiais!!
  75. Sarah Lopes
    Olá Leandro, encantada com a matéria. Percebe pelo entusiasmo que vc é um ser humano incrível. Ninguém busca aquilo que não seja pra encher o coração. Obrigada , adoreiiii
  76. Maria Claudia
    Matéria rica com uma linguagem prática, dicas de ouro Amei. Muito obrigada
  77. Tania
    Boa noite. Obrigada por compartilhar. Apreciei muitas ideias e irei desenvolvê-las em sala. de aula .
  78. Dayane
    Parabéns, trabalho com crianças e adultos com transtornos mentais, sou pedagoga e terminando especialização em Neuropsicopedagogia clínica e institucional e educação especial e inclusiva e amei os jogos, sei de várias formas de se trabalhar individualmente, mas pra se trabalhar em grupo quase não se acha dicas e eu trabalho 90% das vezes com grupos.
  79. Juliana
    Adorei sua matéria, parabéns
  80. Jandiara Lopes de Paula Iglesias Albuquerque
    Excelente matéria e dicas. Nota 1000, para quem elaborou. Vai contribuir muito. Parabéns!!!
  81. Lisandra Fernandes
    Olá, quero deixar expresso aqui minha gratidão pela excelente matéria publicada, estou cursando 2º ano de Fonoaudiologia e esse material me ajudou muito. Obrigada e parabéns pelo empenho.
  82. Rosimeire Luiz Texeira de Lima
    Parabéns, foi tudo muito importante,me ajudou muito. Gratidão pela matéria,nota 1000,espero outra oportunidade de estar aprendendo novos assuntos.

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